Fundamentos de economíaeBook
Autor: Mauricio Nieto Potes
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Este livro é uma síntese da evolução do pensamento econômico desde suas origens até as abordagens mais recentes, incluindo as de autores proeminentes e ganhadores do Prêmio Nobel de Economia. O livro começa com os fundamentos da economia e sua evolução ao longo do tempo, concentrando-se em autores das escolas mercantilista, fisiocrática, clássica, marxista, neoclássica, keynesiana e pós-keynesiana.
Ele avança no estudo do funcionamento atual (século XXI) das economias e de fenômenos como a financeirização e os desequilíbrios que isso produz nas instituições e nos mercados. Diferentemente dos manuais fundamentais tradicionais, ele faz uma análise crítica da validade e da relevância das teorias, contrastando-as com as estatísticas mundiais atuais dos Estados Unidos, da América Latina e da Colômbia.
O livro foi escrito para leitores, economistas e não economistas, que precisam entender os fundamentos dessa importante disciplina, mas que se tornou um difícil exercício matemático quando, na verdade, é um assunto perfeitamente compreensível para um público amplo. Os professores de economia acharão o livro útil para a formação do pensamento crítico em economia.
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SOBRE LOS AUTORES
Mauricio Nieto Potes
TABLA DE CONTENIDOS
- CONTEÚDO
- Apresentação — p. xxix
- Parte 1. Conceitos teóricos básicos — p. 1
- 1.1 O objeto e o método para o estudo da economia — p. 3
- 1.1.1 O objeto de estudo — p. 3
- Capítulo 1. Os fundamentos teóricos da economia — p. 3
- 1.1.2 Método na ciência econômica — p. 4
- 1.1.2.1 Método abstrato-dedutivo por aproximações sucessivas — p. 4
- 1.2 Modelos econômicos — p. 5
- 1.2.1 A divisão social do trabalho — p. 5
- 1.2.2 Direitos de propriedade — p. 5
- 1.2.3 Concorrência — p. 6
- 1.2.3.1 Informações — p. 6
- 1.2.3.2 Racionalidade — p. 6
- 1.3 Equações e funções: elementos centrais dos modelos — p. 6
- 1.3.1 Abstração e teorias de apoio — p. 9
- 1.3.2 Modelos macro e micro — p. 10
- 1.4 A matriz institucional ou a cultura de cada sociedade — p. 11
- 1.4.1 O que é a matriz institucional? — p. 11
- 1.4.2 A matriz pode impulsionar ou dificultar a mudança econômica — p. 12
- 1.4.3 Momentos históricos em que a contradição entre a matriz
- institucional e o desenvolvimento da produção impulsionou
- a mudança econômica — p. 13
- Parte 2. Evolução de idéias — p. 15
- Capítulo 2. Evolução das principales ideias e escolas
- de pensamento econômico — p. 17
- 2.1 As perguntas centrais e as primeiras respostas — p. 19
- 2.1.1 Grécia, São Tomás e as Reformas Protestantes — p. 20
- 2.2 Os mercantilistas. A riqueza das nações depende do protecionismo e do
- acúmulo de metais preciosos que ele produz — p. 22
- 2.2.1 Thomas Mun (1571-1641) — p. 23
- 2.2.2 Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) — p. 25
- 2.3 Os fisiocratas. A riqueza brota da terra — p. 27
- 2.3.1 A fisiocracia e seu fundador Françoise Quesnay (1694-1774) — p. 27
- Capítulo 3. Os economistas clássicos: definições precisas
- sobre o objeto de estudo da ciência econômica — p. 31
- 3.1 Adam Smith (1723-1790). A riqueza surge do trabalho.
- A teoria do valor-trabalho — p. 33
- 3.1.1 Smith e o objeto de estudo da economia — p. 33
- 3.1.2 A crítica de Smith à escola mercantilista — p. 35
- 3.1.3 O paradoxo do diamante e da água e a teoria do valor — p. 37
- 3.1.4 Trabalho produtivo e improdutivo e acumulação de
- excedente como capital — p. 38
- 3.1.5 Valor e custo de produção de mercadorias em
- mercados concorrentes — p. 40
- 3.2 David Ricardo (1772-1823) — p. 41
- 3.2.1 O objeto de estudo da economia de acordo com Ricardo — p. 41
- 3.2.2 A teoria do valor de Ricardo — p. 44
- 3.2.3 Comércio internacional e a teoria das vantagens comparativas — p. 45
- 3.3 Jean Baptiste Say (1767-1832). As crises econômicas são, do ponto
- de vista teórico, praticamente impossíveis — p. 46
- 3.4 Thomas Malthus (1776-1834). A insuficiência da demanda
- e crises econômicas — p. 47
- 3.4.1 Desenvolvedor da teoria da demanda efetiva de Smith — p. 47
- 3.4.2 Economia, frugalidade e acúmulo de produtos não vendidos — p. 49
- 3.4.3 Teoria da população — p. 49
- 3.5 Liberalismo econômico — p. 50
- Capítulo 4. A escola marxista. O desenvolvimento da teoria
- clássica do valor-trabalho — p. 53
- 4.1 O objeto e o método do estudo da economia de acordo com a
- escola de pensamento marxista — p. 53
- 4.2 E sobre o paradoxo da água e do diamante de Smith? — p. 55
- 4.3 A teoria marxista do valor — p. 56
- 4.4 Mais-valia: um fato jurídico resultante da propriedade sobre
- os meios de produção — p. 57
- 4.5 Aumento da produtividade da sociedade e no valor das mercadorias — p. 58
- 4.6 Outros elementos da teoria marxista — p. 59
- 4.6.1 O exército de reserva — p. 59
- 4.6.2 Autorregulação dos mercados — p. 60
- 4.6.3 A tendência de queda na taxa de lucro — p. 61
- Capítulo 5. A escola neoclássica. Utilidade, o marginalismo
- e a teoria subjetiva do valor — p. 63
- 5.1 As origens da escola. Matemática e as “ciências exatas”. — p. 64
- 5.1.1 Matemática, matemática e matemática — p. 64
- 5.2 Nasce a escola neoclássica — p. 66
- 5.2.1 Bentham (1748-1832). Ciência e hedonismo — p. 66
- 5.2.3 O objetivo e o subjetivo. Comportamento racional
- do consumidor individual — p. 69
- 5.2.4 Se você não puder quantificar, então, ordene as preferências.
- Curvas de indiferença — p. 70
- 5.2.5 Von Hayek e a Escola Austríaca — p. 73
- 5.2.5.1 Planejamento central vs.
- laissez faire: le monde va de lui-même — p. 73
- 5.2.5.2 Inflação: a responsabilidade exclusiva do banco central? — p. 74
- 5.3 Krugman e Wells. Esclarecimentos importantes sobre o neoclassicismo — p. 75
- 5.3.1 Princípios básicos da análise econômica de
- acordo com Krugman e Wells (2007) — p. 76
- 5.3.1.1 A escolha individual é a base da economia — p. 76
- 5.3.1.2 O que produzir, o que comprar? — p. 76
- 5.3.1.3 Quando uma economia funciona de forma eficiente? — p. 76
- 5.4 Milton Friedman (1912-2006). O pai do monetarismo — p. 76
- 5.4.1 Inflação e emissão de moeda. “A inflação é sempre e em
- toda parte um fenômeno monetário”. — p. 76
- 5.4.2 Inflação e desemprego. A curva de Phillips — p. 77
- 5.4.2.1 Capacidade produtiva instalada subutilizada — p. 78
- 5.4.2.2 Tentativas de reduzir o desemprego de longa duração — p. 79
- 5.4.3 E a estagflação? — p. 79
- 5.4.3.1 Fatores que explicam a estagflação na década de 1970 — p. 80
- Capítulo 6. A teoria neoclássica do crescimento econômico — p. 83
- 6.1 A convergência do PIB per capita, absoluta ou condicional — p. 84
- 6.2 Além dos modelos: convergência ou divergência do PIB per capita? — p. 86
- 6.3 Investimento estrangeiro – um fator de convergência? — p. 86
- Capítulo 7. AS ESCOLAS KEYNESIANAS E POSKEYNESIANAS — p. 89
- 7.1 Keynes e seu trabalho — p. 90
- 7.1.1 Procedimentos para promover o pleno emprego no curto prazo — p. 90
- 7.1.1.1 Regulamentação estatal das taxas de juros (taxa de juros) 90
- 7.1.1.2 Endereço monetário — p. 91
- 7.1.1.3 Despesas do Estado e poder de compra — p. 92
- 7.1.2 Liderança e seletividade do governo. Government led and selectivity 94
- 7.1.3 Poder aquisitivo das famílias e crescimento econômico — p. 95
- 7.1.3.1 Medidas de salário e renda para famílias — p. 96
- 7.2 Contribuições de alguns pós-keynesianos — p. 96
- 7.2.1 Ha-Joon Chang. Economia para 99% da população — p. 96
- 7.2.1.1 Uma definição de economia para o século XXI — p. 96
- 7.2.1.2 Atividades relacionadas a dinheiro — p. 96
- 7.2.1.3 E com a distribuição da renda — p. 97
- 7.2.2 Joseph Stiglitz — p. 99
- 7.2.2.1 A globalização e seus maleficios (2002) — p. 99
- 7.2.2.2 Os exuberantes anos 90. Uma nova interpretação da década
- mais próspera da história (2003) — p. 100
- 7.2.2.3 Livre mercado para todos (2005) — p. 101
- 7.2.2.4 Making globalization work (2006) — p. 102
- 7.2.2.5 O mundo em queda livre (2010) — p. 103
- 7.2.2.6 O preço da desigualdade (2012) e The Great Divide (2016) — p. 104
- 7.2.2.7 Capitalismo progressista (2020) — p. 106
- 7.2.3 Mariana Mazzucato — p. 107
- 7.2.3.1 Capitalismo em crise — p. 107
- 7.2.4 Thomas Piketty — p. 109
- 7.2.4.1 A questão central da pesquisa de Piketty — p. 109
- 7.2.4.2 A renda nacional (YN) e remunerações — p. 109
- 7.2.4.3 Hiper-desigualdade, fim da espécie ou
- reformas fundamentais — p. 112
- 7.2.4.4 Socialismo participativo urgente — p. 112
- Parte 3. O funcionamento atual da economia — p. 115
- Capítulo 8. O fluxo circular simplificado da economia — p. 117
- 8.1 Mercados de bens e serviços (B&S) — p. 118
- 8.2 Os principais setores de produção ou PIB — p. 118
- 8.3 Mercados de fatores de produção — p. 119
- 8.4 Análises macroeconômicas e microeconômicas — p. 120
- 8.5 A função de demanda para produtos individuais — p. 121
- 8.6 A função de oferta de produtos individuais — p. 123
- 8.7 Equilíbrio microeconômico, entre oferta e demanda — p. 124
- 8.8 Mercados de concorrência perfeita — p. 126
- 8.9 Equilíbrio em mercados com concorrência perfeita — p. 127
- Capítulo 8. Los agregados económicos — p. 131
- 9.1 O fluxo circular estendido da vida econômica — p. 132
- 9.2 Análise de fluxo circular ampliado — p. 132
- 9.2.1 Os mercados — p. 133
- 9.2.2 As empresas — p. 134
- 9.2.3 O setor financeiro — p. 134
- 9.2.4 Comércio internacional — p. 134
- 9.2.5 O Estado — p. 134
- 9.3 Abstrações inválidas do fluxo circular. Kate Raworth (2018) — p. 135
- 9.3.1 A família — p. 135
- 9.3.2 Bens ou recursos comuns — p. 135
- 9.3.3 Sociedade, não existe — p. 135
- 9.3.4 A Terra — p. 135
- 9.3.5 Por fim, o poder é uma abstração legal? — p. 135
- 9.4 Contas nacionais em nível global — p. 136
- 9.4.1 A equação de oferta total de economias — p. 136
- 9.4.2 A equação de demanda agregada final — p. 137
- 9.4.3 Despesas de consumo final. Famílias (C) — p. 137
- 9.4.4 Despesas de consumo final do governo (G) — p. 138
- 9.4.5 Consumo final total. Famílias e governo (C+G) — p. 138
- 9.4.6 Investimento público e privado (I) — p. 139
- 9.4.7 Fatores adicionais que podem afetar as mudanças na demanda — p. 139
- 9.5 Equivalências contábeis entre oferta e demanda e entre poupança
- e investimento — p. 140
- 9.5.1 Igualdade contábil entre a oferta total e a demanda agregada final — p. 140
- 9.5.2 Contabilização igualitária de poupança e investimento — p. 140
- Capítulo 10. Produto interno bruto – pib- a preços correntes — p. 143
- 10.1 PIB sob a perspectiva de valor agregado pelas unidades produtivas — p. 144
- 10.2 O valor agregado por unidade produtiva — p. 145
- Capítulo 11. Produto interno bruto –pib– a preços
- constantes ou pib real — p. 147
- 11.1 O índice de preços para a conversão do PIB de preços correntes para preços
- constantes — p. 147
- 11.2 Remuneração de fatores. A renda nacional. YN = SyS + (r + i + u) — p. 149
- 11.2.1 Remuneração dos funcionários: (SyS) — p. 149
- 11.2.2 Remuneração de capital ou renda de propriedade: (r + i + u) — p. 149
- 11.2.3 A distribuição primária de renda — p. 150
- Capítulo 12. O comércio internacional — p. 151
- 12.1 Balanço de pagamentos e a balança comercial — p. 153
- 12.1.1 Conta corrente: exportações, importações, renda e transferências — p. 153
- 12.1.1.1 Exportações (X) da Colômbia — p. 153
- 12.1.1.2 Importações (M) da Colômbia — p. 153
- 12.1.1.3 Balança comercial (X 2 M) — p. 154
- 12.1.2 Conta de capital e financeira — p. 155
- 12.2 A taxa de câmbio — p. 156
- Capítulo 13. A nação, o estado, os governos e o poder — p. 159
- 13.1 Nação — p. 159
- 13.2 Estado — p. 160
- 13.3 Governo — p. 160
- 13.4 O que é poder? — p. 160
- 13.5 Instituições do Estado. Os ramos do poder público — p. 160
- 13.5.1 Legislativo: o Congresso, as Assembleias e os Conselhos — p. 161
- 13.5.2 Judiciário: o poder judicial — p. 161
- 13.5.3 Executivo: o poder executivo — p. 161
- 13.5.4 A mídia. O quarto poder — p. 162
- 13.6 O Estado cria valor? — p. 162
- 13.7 O orçamento geral da nação. Finanças públicas — p. 162
- 13.8 Déficits, superávit fiscal e classificações de risco da dívida nacional — p. 163
- Capítulo 14. O setor financeiro — p. 165
- 14.1 Banco tradicional. O intermediário entre poupança e investimento — p. 165
- 14.2 Banco de investimentos — p. 166
- 14.2.1 Breve histórico do banco de investimentos — p. 166
- 14.2.2 As atuais mega e giga corporações de investimento — p. 167
- Capítulo 15. BANCOS CENTRAIS OU RESERVAS FEDERAIS — p. 171
- 15.1 O emissor e as funções do banco central — p. 171
- 15.1.1 O banco emissor — p. 171
- 15.1.2 O emissor. Garantia para o bom funcionamento do
- setor financeiro — p. 172
- 15.1.3 A taxa de juros. Ferramenta fundamental da política
- monetária do emissor — p. 172
- 15.1.4 Um exemplo de ação do banco central em um mercado real — p. 173
- 15.1.4.1 Interação entre oferta e demanda, o mercado de
- câmbio e o Banco de la Republica — p. 173
- 15.1.4.2 O gerenciamento das reservas internacionais — p. 174
- Parte 4. Características e resultados
- do modelo econômico e social implementado globalmente desde a
- década de 1980 — p. 177
- Capítulo 16. O modelo neoliberal e seus resultados
- sobre a matriz institucional — p. 179
- 16.1 A implementação do modelo — p. 181
- 16.2 A América Latina e o Consenso de Washington — p. 181
- 16.3 E quanto aos países com planejamento central? — p. 182
- 16.4 Liberdades individuais — p. 183
- 16.5 Desregulamentação — p. 184
- 16.6 As barreiras migratórias — p. 184
- 16.7 Privatização: privatizar as boas empresas e manter como
- empresas públicas as ruins — p. 185
- 16.8 O efeito trickle down — p. 186
- Capítulo 17. Resultados da implementação do modelo
- em os mercados — p. 187
- 17.1 Monopólio, oligopólio, conluio e cartelização — p. 187
- 17.2 Bolhas econômicas especulativas — p. 190
- 17.3 Paraísos fiscais — p. 191
- 17.4 Portas giratórias e conflito de interesses — p. 191
- Capítulo 18. Desequilíbrios estruturais resultante do modelo — p. 193
- 18.1 Desequilíbrio keynesiano (o > d) — p. 193
- 18.2 O desequilíbrio pikettiano (r > g) — p. 194
- 18.3 A financeirização da economia global. Um dos resultados
- dos desequilíbrios estruturais — p. 195
- 18.3.1 Reestruturação de mercados antigos — p. 196
- 18.3.1.1 Saturação dos mercados do setor real — p. 196
- 18.3.2 Nasce um colosso, o colosso financeiro — p. 197
- 18.4 A Quarta Revolução Industrial. Um fator que torna o
- desequilíbrio keynesiano exponencial — p. 198
- Parte 5. Economia aplicada ao ambiente econômico — p. 201
- Capítulo 19. Análise de ambiente econômico — p. 203
- 19.1 Os níveis do ambiente econômico — p. 204
- 19.1.1 O ambiente global ou meta-ambiente — p. 204
- 19.1.2 O ambiente regional — p. 205
- 19.1.3 O ambiente macroeconômico nacional — p. 205
- Capítulo 20. El metaentorno. La dinámica del crecimiento y la
- estructura de la economía mundial — p. 207
- 20.1 O mundo: dados sobre a dinâmica do crescimento — p. 207
- 20.2 O mundo: PIB e estrutura populacional por países — p. 209
- 20.2.1 O grupo de países do G7 e a zona do euro — p. 212
- 20.2.1.1 Aspectos institucionais do G7 — p. 212
- 20.2.2 A zona do euro — p. 212
- 20.2.2.1 Políticas monetárias — p. 212
- 20.2.2.2 Crescimento do PIB na zona do euro — p. 214
- 20.2.3 Organização para Cooperação e Desenvolvimento
- Econômico (OCDE) — p. 216
- 20.2.4 O grupo de países BRICS — p. 217
- 20.2.5 Japão e China — p. 218
- 20.3 Concentração geográfica de capital e produção – PIB – — p. 220
- 20.3.1 Corporações maiores do que centenas de países. Concentração — p. 222
- de capital corporativo — p. 222
- 20.3.2 Classificação de todos os países e corporações — p. 226
- 20.4 Convergência ou divergência no PIB per capita? Além da teoria — p. 230
- 20.4.1 Grupos de países por nível de renda — p. 230
- 20.4.1.1 Alta renda (79 países, 1,24 bilhão de habitantes) — p. 230
- 20.4.1.2 Renda média alta (60 países, 2,5 bilhões de habitantes) — p. 230
- 20.4.1.3 Renda média baixa (47 países, 3,36 bilhões de habitantes) — p. 231
- 20.4.1.4 Baixa renda (31 países, 702 milhões de habitantes) — p. 231
- 20.4.2 Convergência entre países de alta e baixa renda — p. 231
- 20.4.2.1 Convergência no PIB total — p. 231
- 20.4.2.2 Convergência no PIB per capita — p. 234
- 20.4.2.3 A convergência dos Estados Unidos
- com a América Latina — p. 235
- 20.4.3 O investimento estrangeiro direto como responsável
- pela convergência — p. 236
- Capítulo 21. O endividamento dos governos centrais, como a
- porcentagem do pib — p. 239
- 21.1 O Tratado de Maastricht — p. 240
- Parte 6. Economia aplicada. Estudo de caso: estados unidos,
- américa latina e colômbia — p. 243
- Capítulo 22. Economia dos eua — p. 245
- 22.1 Análise das recentes políticas econômicas e financeiras dos EUA — p. 246
- 22.1.1 O Federal Reserve dos EUA — p. 246
- 22.1.2 Políticas monetárias adotadas pelos governos e pela
- Reserva Federal — p. 248
- 22.1.2.1 Paul Adolph Volcker. Presidente do FED – 1979-1987 — p. 248
- 22.1.2.2 Alan Greenspan. Presidente do FED – 1987-2006 — p. 252
- 22.1.2.3 Ben Shalom Bernanke. Presidente do FED – 2006-2014 — p. 254
- 22.1.2.4 Janet Louise Yellen. Presidente do FED – 2014-2017 — p. 259
- 22.1.2.5 Jerome Hayden Powell. Presidente do FED – 2018
- até o presente — p. 259
- 22.1.3 O desempenho da produção americana – PIB – nos Estados Unidos 261
- 22.1.3.1 O crescimento dos Estados Unidos nas últimas décadas — p. 261
- 22.1.3.2 A crise da década de 1930 — p. 262
- 22.1.3.3 O estado de bem-estar social. Os 30 anos gloriosos
- (1947-1974) — p. 264
- 22.1.3.4 O primeiro choque do petróleo e a quebra do
- mercado de ações (1973-1974) — p. 265
- 22.1.3.5 A crise de 2001 e os felizes anos 90 (1991-2000) — p. 265
- 22.1.3.6 A grande crise econômica nos Estados Unidos e
- no mundo (2008-2009) — p. 265
- 22.2 Problemas estruturais da economia dos EUA. Os dados — p. 267
- 22.2.1 O déficit fiscal (Y = G < 0) — p. 267
- 22.2.2 Déficit comercial dos EUA (X < M) — p. 270
- 22.2.3 Subutilização da capacidade de produção instalada — p. 272
- 22.2.4 A soma do valor dos “déficits irmãos” — p. 273
- Capítulo 23. A economía latino- americana — p. 275
- 23.1 PIB da América Latina nas últimas décadas — p. 276
- 23.1.1 Estrutura da produção por país — p. 276
- 23.1.2 Dinâmica da produção (PIB) por país — p. 277
- 23.1.3 A década perdida da América Latina: 1981-1990 — p. 279
- 23.1.4 Um parêntese necessário sobre a economia do Sudeste Asiático — p. 282
- 23.1.5 Taxas de crescimento e divergência ou convergência dos
- PIBph da América Latina — p. 284
- Capítulo 24. A economía colombiana — p. 285
- 24.1 Alguns diagnósticos e recomendações não atendidos — p. 286
- 24.2 A dinâmica de crescimento da economia colombiana — p. 288
- 24.2.1 Primeiro grande período: 1941 a 1980. Industrialização
- por substituição de importações (ISI) — p. 288
- 24.2.1.1 A última década do primeiro grande período: 1971-1980. — p. 291
- Excelente crescimento médio (6,1%) — p. 291
- 24.2.1.2 O ano de 1978, o melhor ano da história
- conhecida (8,6 %) — p. 292
- 24.2.1.3 O modelo ISI e a proteção até o fim — p. 292
- 24.2.2 Segundo grande período: 1981-2020. 40 anos de crescimento com o
- modelo neoliberal. — p. 293
- 24.2.2.1 A década de 1981-1990. A década perdida da
- América Latina que a Colômbia conseguiu
- “superaguar” (3,4%) — p. 294
- 24.2.2.2 A década de 1991-2000 (2,6%). O neoliberalismo
- e a grande crise de 1999. O resultado do Consenso? — p. 295
- 24.2.2.3 A década de 2001-2010 (4,1%). Crescimento após
- a crise de 1999 — p. 297
- 24.2.2.4 A década complexa de 2011 a 2020. (2,4 %) — p. 298
- 24.2.2.5 Crise pandêmica (2020) e o momento atual. 2021-2023 — p. 299
- 24.3 A estrutura do PIB — p. 300
- 24.3.1 A estrutura do PIB total por ramo de produção — p. 300
- 24.3.2 A estrutura do PIB industrial por setor da produção — p. 303
- 24.4 Estratégias para aproveitar o que já existe — p. 304
- 24.4.1 Liderado pelo governo. Government led — p. 304
- 24.4.2 Seletividade. “Se tudo é prioridade, nada é prioridade” — p. 304
- 24.4.3 Em direção ao mercado externo — p. 305
- 24.4.4 Rumo ao mercado interno — p. 306
- 24.5 Agregação de valor ao conhecimento no aparato produtivo colombiano — p. 307
- 24.6 Os serviços — p. 307
- 24.6.1 Hotelaria e turismo — p. 307
- 24.6.2 Atividades criativas, artísticas e de entretenimento — p. 308
- 24.6.3 Saúde, educação e moradia — p. 308
- 24.6.4 Financeiro — p. 308
- 24.7 Pesquisa, desenvolvimento e inovação (I1D1i) — p. 308
- 24.7.1 Os Centros de Desenvolvimento Tecnológico Setorial – CDTS-.
- Diagnóstico e propostas de políticas para seu fortalecimento — p. 308
- 24.7.1.1 Importância do P+D+i — p. 308
- 24.7.1.2 Políticas de estado para P+D+i — p. 308
- 24.7.1.3 Políticas transversais — p. 309
- 24.7.1.4 Government led — p. 309
- 24.7.1.5 Financiamento — p. 309
- 24.7.1.6 Divórcio entre universidade e empresa — p. 309
- 24.7.1.7 Pesquisa básica e aplicada e inovação — p. 310
- 24.7.1.8 Políticas com foco exclusivo em PMEs — p. 310
- 24.8 Gerenciamento de CDT na Colômbia — p. 310
- 24.8.1 Práticas modernas de gerenciamento — p. 310
- 24.8.2 Definições de áreas para P+D+i — p. 311
- 24.8.3 CDTs estaduais bem gerenciados — p. 311
- 24.8.4 Marketing — p. 312
- 24.8.5 Orientação a processos, gerenciamento de projetos
- e estruturas matriciais — p. 312
- 24.8.6 Gerenciamento financeiro — p. 312
- 24.8.7 Infraestrutura — p. 312
- Capítulo 25. Comércio internacional da colômbia — p. 315
- 25.1 A balança comercial do país — p. 316
- 25.1.1 O déficit comercial internacional (X-M < 0) — p. 316
- 25.1.2 ALCs: a solução para o déficit comercial — p. 318
- 25.1.3 Responsabilidade setorial pelo déficit da balança comercial — p. 319
- 25.2 A taxa de câmbio. Histórico cambial da Colômbia — p. 322
- 25.2.1 Primeiro período – 1950-1979. Escassez permanente de
- moeda estrangeira e desvalorização lenta — p. 323
- 25.2.2 Segundo período – 1980-2003. Escassez de moeda
- estrangeira e desvalorização lenta — p. 324
- 25.2.2.1 Primeira abertura — p. 324
- 25.2.2.2 A segunda abertura comercial e a grande crise de 1999 — p. 325
- 25.2.3 Terceiro período – 2003-2014. Abundância de moeda
- estrangeira, reavaliação e “doença holandesa” — p. 327
- 25.2.4 Quarto período – 2014-2023. Nova escassez de dólares — p. 328
- 25.2.5 O setor financeiro na Colômbia — p. 328
- Capítulo 26. A gestão das finanças do estado — p. 333
- 26.1 Déficit ou superávit fiscal: receitas e despesas do governo — p. 333
- 26.2 Empréstimos do governo central — p. 334
- Referências — p. 339
Año: 2024
eISBN: 9789585083806
Páginas: 480
Dimensiones: N/D
Formato: eBook
Categorías: Teoría y filosofía económicas, eBooks, Ecoe Ediciones

